Abril deve abrir com chave de ouro nossa temporada de pesca 2012.
E mostrando meu carinho pelo grupo Pescaria entre Amigos criei um modelo de camisa personalizada para nosso grupo com nossa logo. O fornecedor é nosso amigo Alberto, do paraná, que confecciona esses tipos de camisas, como material adequado para o tipo do esporte que praticamos. Eu já mandei fazer as minhas. O valor é R$ 170,00 cada. Parece caro? rsss. Vale lembrar que o material do tecido é o mesmo usado por marcas renomadas como Columbia e Ballyhoo, apropriadas para a prática de pesca. Eu tenho uma Cardume que já é muito boa mas o fornecedor me falou que o tecido dele é muito melhor. As artes são todas bordadas. Vale a pena o investimento pra quem gosta de pescar caracterizado.
Qualquer dúvida entrem em contato comigo deixando um comentário ou ligando pra mim.
Segue modelos que criei
domingo, 25 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
TEMPORADA 2012
Lubrificando as carretilhas, arrumando a tralha que 2012 promete muito.
Muitas águas, lagos renovados.
Equipe revigorada louca pra cair dentro!
A TEMPORADA 2012 PROMETE GRANDES EMOÇÕES
quinta-feira, 15 de março de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
"SÓ ENCARA QUEM AMA PESCAR"
A expectativa era grande pois a programação era ir no “igarapé preto” local este que a muito vinha esperando para conhecer pois muita gente tinha feito nascer esse desejo por esse local.
Mas pra variar sempre na equipe tem aqueles que dão pra trás. Como sempre meus grandes companheiros de pesca Clevilson e Jandele “arrocharam” e decidimos encarar mais uma pescaria no Abunã. Mais precisamente, descemos o barco no porto do Itamarati e subimos por mais ou menos 1h até chegarmos num lago, no lado do Brasil. Esse lago fica em uma propriedade de um senhor conhecido como Zé do Lago. Pessoa simples e hospitaleira. Quando estávamos indo pelo carreador pedir permissão para pescar na sua área demos de cara com ele, o que já foi nos recebendo muito cordialmente e nos autorizando a pescar.
Naquele lago só é permitido pescar com vara. O que não é estranho para mim, pois nessas minhas aventuras de pesca nos deparamos com um quadro de total irresponsabilidade por parte de alguns pescadores que se dizem “profissionais”, no entanto ávidos pelo pescado acabam degradando todo um ambiente selvagem. Já vi casos em que pegam centenas de quilos de peixes e descartam na beira desses lagos.
Mas deixando a indignação de lado, voltemos a nossa pesca.
Que dia lindo. Fomos particularmente abençoados pois contrariando toda uma previsão de chuva para a região, foi um dia de um calor singular.
Pra começar, ainda quando estava preparando meu material, nosso amigo Clevilson já no porto captura um belo tucuna amarelo de uns 3 kg. Ficamos animados.
O dia continuou com alguns ataques e poucas capturas pela manhã.
Com uma para o almoço e um merecido descanço.
Contemplando a natureza
A tarde foi mais animada, como mais algumas capturas e muitos ataques. E até com direito a pescaria de barco!
Deixou o barco solto, vai pescar
Não posso deixar de relatar algo inusitado que aconteceu.
Já tínhamos decido ir embora e eu num ultimo lance, utilizando uma isca da Deconto, a Bokuda, ganhadora do prêmio na Pesca Trade ShoW, como a melhor do ano na categoria isca artificial nacional, isca que a muito procura na internet e que tinha naquele dia estreado, e que por sinal isca de ótimo trabalho, ao captura um belo exemplar de tucunaré amarelo e que estranhamente brigou além do normal e ao que parecia já dado por vencido, meu amigo Clevilson o levantou segurando no líder da minha vara. Mais uma debatida foi u suficiente para quebrar o líder e o peixão ir embora com minha nova e saudosa isca na sua boca.
Mas tudo bem.
Para mim, aquele dia na companhia de meus colegas e fazendo aquelas capturas já pagam qualquer prejuízo.
Aquele dia se iniciou parecendo que ia dar tudo errado mas se mostrou uma avnetura inesquecível.
Pra nós mesmo que pareça que não vai dar a gente encara de qualquer jeito. E só encara quem ama pescar!
Abraços e até a próxima
domingo, 9 de outubro de 2011
MAIS QUE INCRÍVEL
Por Ramsés Luis
Depois de uma noite sem dormir, tanto era a ansiedade para pegar a estrada, levantei da cama 3h00 da manhã com a esperança que aquele seria um bom dia para aventuras. Havíamos marcado a saída de Acrelândia as 3h30min ou mais tardar 4h. A estrada nos esperava. Aproximadamente 100 km nos separava do nosso destino.
Vista das corredeiras
Dessa vez o grupo “PESCARIA ENTRE AMIGOS” foi acompanhado do pescador profissional Edilson. Rumamos ao lado do amazonas pela BR 364, onde iríamos explorar o rio chamado de marmelo.
As noticias que tínhamos dele eram contraditórias. Uma hora que era muito piscoso com uma diversida grande como cacháras, curimatãs, pescadas e até tucunarés. Outros diziam que não era bom de peixe, ou seja, já muito batido. Nada melhor que verificar in loco.
Ponte mais que suspeita, mas funcional
Para chegar ao ponto de pesca programado a partir da BR deve-se atravessar 7 km de fazenda adentro. Trecho muito acidentado e sinuoso com pedras e declives. Mas o esforço valeu à pena.
Logo na chegada nos deparamos com umas das vistas mais lindas que já vi em nossa região. Corredeiras marcavam a paisagem e a travessia de uma ponte a muito reformada construídas por madeireiros na época áurea da madeira naquela região era um espetáculo a parte.
Água ainda barrenta típica da nossa região mesclada com a acidez característico da decomposição da vegetação ribeira.
Como nosso principal objetivo era conhecer o local já poderia dizer que ganhei a minha viagem pela aquela linda vista.
A nossa chegada já foi tardia,suspeitamos que não iríamos pegar o horário do peixe pois não estávamos preparado com iscas.
Se por um lado a vista foi marcada com belas paisagens e contato com matas ainda em alguns pontos intocadas, por outro lado a pesca foi um tanto conturbada. A principal causa, que no um ver foi o fator que resultou em pouca ou quase nenhuma captura, diz respeito a escolha dos pontos de pesca.
A ESCOLHA
Acho que ficamos tão atordoados com a beleza do local que nos faltou razão para traçar a logística da pesca. Já no começo ficamos em dúvida se pescaríamos acima ou abaixo das corredeiras. A meu ver acima estava mais atrativo, ainda mais porque uma equipe já tinha ido rio acima. Conversei com Edilson, nosso pescador profissional e ele concordou comigo. Mas os outros componentes da equipe preferiram descer o rio.
Voto vencido e decisão acatada la fomos nós da equipe “PESCARIA ENTRE AMIGOS” divididos em dois barcos. No primeiro eu, Eudes e Edilson. No segundo seguia Itamar e Clevilson.
Decidimos descer até a próxima corredeira para tentar a captura de algumas iscas enquanto a outra equipe já tentava algumas capturas.
Para minha surpresa e deleite dos meus olhos e dos meus companheiros nos deparamos com uma seqüência de corredeiras, local onde a natureza mostrava mais um show para quem está preparado admirar .
Muitas estruturas nas corredeira
Naquela noite dormimos na varanda da casa de dona Bete, uma pessoa super acolhedora, com um coração comparável aquele lindo local.
No dia seguinte passamos os barcos por entre as corredeiras, o que pra nós foi uma aventura a parte.
Subimos ao até onde começa o rio marmelo, local onde se encontram os rios vermelho e azul. Naquela manhã estava muito ativa com peixes batendo a flor d’água.
Mais uma vez estávamos fora do horário do peixe e segundo no pescador Edilson a lua também não estava boa.
Como o caminho era longo de volta resolvemos descer o rio e deixar para trás aquele belo rio com suas corredeiras mas com a esperança que retornaremos aquele lugar mais bem preparados e ali experimentar novos dias de pesca e contato com a natureza.
A equipe "Pescaria entre Amigos"
domingo, 25 de setembro de 2011
Mais que um dia a mais!
Essa foi a nossa mais nova aventura. O que era pra ser uma grande pescaria parecia que ia virar numa grande furada. Ainda bem que temos parceiros que ainda podemos contar!
Foi um dia daqueles. Foi de+!!!!!!!!
Foi um dia daqueles. Foi de+!!!!!!!!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Nova Aventura!!!
A GRANDE PESCARIA
Por Ramsés Luis
Querendo aproveitar os últimos dias da temporada de seca na nossa região programamos para sair naquela manhã de sexta feira onde acompanhado pelo meu primo e irmão de aventuras Duda Vasconcelos e juntamente com minha esposa Regiane e meu filho Gabriel, nos dirigimos a região de Acrelândia local de onde guardo ótimas lembrança de minhas monumentais pescaria e também onde pude aprimorar práticas e técnicas aprendidas com leituras e tentativas nessa minha busca quase autodidata da pescaria esportiva.
Se o “Brasil” está acordando agora para enxergar os benefícios que a pescaria trás para as comunidades, turismos e um ecossistema de uma região posso dizer que aqui no Acre essa visão é nula, pois muito deve ser feito para despertar essa visão de sustentabilidade que se fala tanto hoje.
A prática do pesque-e-solte ainda não é vista com bons olhos, pois para a grande maioria lugar de peixe não é na água ou que peixe na água não trás nenhum ganho. Mas só o fato de nossa pesca não ser com redes ou outros equipamentos de captura em massa já é um passo enorme para divulgar essa prática.
A PESCARIA
Barco amarrado, tralha arrumada seguimos eu, Duda, Jandele e seu irmão para o lago formado pelas águas do rio Abunã, divisa com Bolívia, que fica na propriedade do amigo, o Sr Arno. Na saída o inesperado acontece. O tempo fechado prenunciava pesadas chuvas. Mesmo assim seguimos viagem. Chegando à porteira da fazendo constatamos que o Sr Arno não estava, mas como eu havia combinado com ele na semana anterior tomei a liberdade de entrar na sua propriedade. Ainda faltava transpor 3 km por dentro do pasto e por um carreador que em tempos de chuvas fica intrafegável pois é uma área de várzea com a cheia do rio.
A chuva já nos rodeava algum tempo o que já me deixou preocupado, por dois motivos. A impossibilidade de sairmos daquele local e o principal, “o êxito da pescaria”.
Acampamento armado, o cansaço tomou conta dos nossos corpos e resolvemos só fazer uma refeição e dormir, buscando assim recuperar energias para o próximo dia.
Dia nublado, pressão atmosférica não propícia para uma pescaria de tucunarés já me deixou desanimado ainda mais que depois de fazer um pincho utilizando uma artificial do tipo zara com um ataque certeiro de uma grande traira, de forma imprudente e sem utilizar os equipamentos necessários fui espetado no dedo por uma garatéia.
Mas graças a Deus e a meus companheiros consegui tirar sem muitos estragos.
O tempo ia passando e nada de escutar as batidas dos tucunas nas águas escuras daquele grande lago ou se quer uma captura. Creio eu que devido a forte chuva que caiu naquela noite eles ficara muito manhosos. A experiência ja me mmostrou que em dias a pós as chuvas a possibilidade de captura é quase nula.
Tentei de tudo. Desde iscas de superfícies até jigs. Mas nada de ataques.
Foi ai que resolvi colocar em prática o velho ditado que diz que “só pega peixe quem pesca”.
Percebendo que os pirarucus estavam muito ativos resolvemos fazer uma tentativa de captura. Coloquei em prática uma forma até então inédita por essas bandas mas que aprendi vendo um programa na TV por assinatura.
Essa forma de captura consiste em observar aonde o grande peixe sobe para respirar e então é arremessado uma grande iscar viva a uns 3 a 4m a frente dele. Fizemos algumas adaptações nesse processo.
Esperamos ele subir para respirar, pois para quem não sabe, além do pirarucu respirar em baixo d’água ele também tem pulmões, pois em tempos de seca e em águas pouco oxigenadas ele tem a opção de buscar na superfície outro meio de sobrevivência.Outro fato que ajuda na captura dessa espécie é que ele gosta de se alimentar em águas rasas o que nos fez ficar focando mais as margens do lago.
Peixe avistado, lançamento feito. E uma espera infinita de aproximadamente 10minutos e eis que a bóia some nas águas calmas daquela selvagem represa. Peixe de muita força e de grandes arrancadas com lindos saltos nos faz guarda na memória a alegria de vivencias esses lindos momentos.
Após 30 minutos de briga coseguimos retirar aquele rei dos lagos para as devidas fotos que ficarão eternizadas em nossas vidas após aqueles dois dias de pura aventura.
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